Quem sou eu

Minha foto
São Paulo, SP, Brazil
Sou muitas coisas, algumas boas e outras nem tanto, mas o mais importante é que sempre sou eu mesmo independente de local ou situação.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

O Ourives e a Jóia.

O Ourives e a Jóia.

Olá a todos, sou eu o ourives de almas.
Tenho que contar a história mais importante da minha vida que começou a muito tempo e que, infelizmente, não sei se terminou; tudo teve início quando meu “mestre Ourives”, depois de testar minhas habilidades com jóias que só precisavam de acabamento estético ou banho de lucidez, resolveu me confiar o aprimoramento de uma peça que havia sido elaborada por duas pessoas e recebeu uma forma inadequada por algumas outras.
“Ele”, quando me passou tal tarefa, não me disse nada quanto à origem muito menos finalidade da jóia e também não pediu pressa, somente empenho, amor e respeito com o material porque era único e insubstituível.
Então, por puro relaxo, confesso que comecei o trabalho sem muito interesse, mas com cautela só por saber que o material era único, mas em seguida notei que o material estava muito flexível por ter sofrido muitas dobras e envergaduras anteriormente. Então decidi enriquecer o mineral para ficar mais firme e adicionar metais nobres para valorizar o misterioso artefato, e transformá-lo em uma peça, no mínimo, adquirível para alguém.
Geralmente, me dividia entre vários trabalhos ao mesmo tempo, mas surpreendentemente, me vi dispensando toda minha atenção exclusivamente ao, até então, simples e desconhecido objeto que ganhava formas nunca vistas por ser algum no universo.
Em determinado momento eu martelei, aqueci ao extremo e resfriei repentinamente sem me preocupar com possíveis rachaduras e futuramente pude notar que não ocorreram, pelo contrário, o metal tornou-se cada vez mais forte sem que eu me desse conta, e foi aí que percebi o fascínio que a jóia já exercia sobre mim.
Em certo momento, estava saindo cada vez mais tarde do ateliê e contando os segundos para o reencontro com a, já denominada, obra da minha vida. E não havia percebido que meu ”Mestre Ourives” me orientava sobre qualquer outro projeto, mas nunca opinou sobre este em especial, deixando totalmente por minha conta e risco e posso dizer que estava se tornando um ótimo trabalho, resistente, realmente único e – como uma jóia deve ser – a mais apaixonante visão do mundo.
Em um belo dia, ou melhor, em um dia qualquer, meu “Mestre Ourives”, contemplando o meu apaixonado empenho, me esclareceu que aquele material era único porque tinha vida e sugeriu que tomasse cuidado com o desenvolvimento de vontade própria e adicionasse mais respeito ao manuseio para não ter surpresas no processo; Disse-me também que aquela jóia estava, a princípio, destinada a mim, mas de contra partida não era exatamente minha se ela mesma não decidisse assim.
Não sei se por imaturidade ou falta de humildade, entendi que a jóia era minha e ignorei todo resto continuando apaixonado pela peça mais não me importando com o fato dela ter vida própria.
Foi então que, analisando hoje, de forma tresloucada, aproveitei a rotina, o cansaço, a baixa na criatividade e novos e bons amigos para me aventurar em novas idéias para preencher os momentos das folgas; folgas essas que acabaram se estendendo ao tempo extra de trabalho que a jóia já havia se acostumado e tomado como essencial para nossa mágica e completa relação e, novamente analisando hoje, me mostrou uma falha de inexperiência no projeto. Eu havia me esquecido de acrescentar uma preciosidade chamada “Comunicação” à peça, mas, por outro lado, acertei na proporção de “Amor Próprio” e num determinado momento, quando fui procurá-la não a encontrei mais à minha disposição.
Minha linda maravilha, para minha surpresa, resolveu que poderia se alto lapidar e depois de tanta insistência me deixou ser no máximo um expectador de minha obra condicionado a dar apenas sugestões e, o pior, deixou que muitos outros artesãos opinassem também, tenho que reconhecer que algumas mudanças eram necessárias e eu não havia percebido, ficaram boas, mas outras estão simplesmente contrastando com a magnitude da jóia em si.
Sei que desde então não consigo dormir direito, viver plenamente sentindo que o melhor mesmo seria me afastar, esquecer essa peça mal agradecida que, depois de tanta dedicação, me afastara de sua beleza e majestade.
Foi então que em outro dia qualquer, porem belo, meu “Mestre Ourives” resolveu me dar uma luz e me fez lembrar todas as tentativas de minha obra para me fazer voltar ao trabalho dessa vez evoluído, porque ela se propôs a me ajudar se utilizando do discernimento e bom senso que lhe foram atribuídos junto com a vontade própria, eventos que não notei por estar totalmente envolvido com as atividades das folgas e entretido com meus novos e ótimos amigos a quem nem ao menos contei sobre a grandiosa e abandonada obra com que estava envolvido. Pedi ajuda ao “Mestre” e fui surpreendido com sua recusa sob alegação de que não poderia concertar todos os erros que eu cometesse, se aprendi a errar sozinho tenho que aprender concertar da mesma forma.
Desde então, tenho estudado outras artes e técnicas até esbarrar na técnica mais antiga que existe esquecida pela maioria dos ourives de hoje, inclusive por mim, por ser muitas vezes dolorosa ainda mais nessa situação: o “Amor”; resolvi então aplicar a arte do “Amor” e comecei a pesquisar me deparando com poucas informações concretas, tudo que eu encontrei foram aproximações, especulações e muitas formas diferentes de definição (claro que nenhum manual). Percebi que só poderia senti-lo e sentindo poderia praticá-lo sem precisar de precedentes, só o meu puro, simples e sincero Amor e tudo que vem com ele: Compreensão, Carinho, Lealdade e principalmente Respeito.
Esta história não é pra ser bonitinha, é um relato e na vida real nem tudo se resolve da forma e no momento desejado; Paramentei-me com as ferramentas que já possuía (mas que nunca tinha usado), me enchi do Amor que devora e fui novamente de encontro à minha preciosidade rara; À primeira vista, estava do mesmo jeito só que por dentro havia ganhado uma liga nova chamada “Medo”.
Até agora não consegui mais me aproximar, a polaridade magnética do medo que ela desenvolveu é a mesma polaridade do meu amor, ou seja, estão se repelindo ao invés de se atrair e me deixando perdido quanto a como reverter esse fato.
Depois de muita conversa comigo mesmo, cheguei à conclusão óbvia que, de certa forma, o medo é bom porque protege e o que eu teria que fazer é mudar a polaridade do medo ficando assim: +Amor-Medo=Atração.
Certo, fiquei feliz por achar a resposta, agora só me faltava descobrir como executar essa façanha, então, de volta as pesquisas.
De repente, entre uma leitura e outra, me ocorreu que se eu despertasse mais Amor em minha jóia, o resultado, possivelmente, seria (menos) –Medo certo?!
Muito bem, estou com ânimos renovados e de volta ao trabalho, já me sinto criativo novamente para arrumar um jeito de despertar amor em minha jóia, claro que qualquer preciosa sugestão será paga com muita gratidão e muita amizade, desde já, obrigado a todos que tiveram paciência de ler até o fim e um obrigado especial ao meu “Mestre” pela inspiração.
Quando houver novidades, volto a escrever.

Pi Sampaio

Fórmula

Fórmula


Decididamente entendi que o mais gostoso é sempre complicado
E, involuntariamente, preferimos o instável desconhecido
Se há alguma outra forma que seja objetivamente alcançável
Parece tornar- se invisível ou inexplicavelmente inexistente.

Sempre que queremos ser, ou melhor, demonstrar que somos fortes
Deixamos totalmente evidente o medo, receio ou a insegurança
Mas percebi também que só por intermédio desses e outros sentimentos negativos
Que temos a chance de reação no sentido de revidar os ataques lançados pela vida.

Podemos sentir, fazer ou nos transformar de acordo com o próprio desejo
Dito isso, fica óbvio que o nosso caminho é constantemente traçado
Mas por nós mesmos e não por uma ilusão denominada por ”destino”
O destino, no máximo, é o nome da caneta que usamos para escrever a própria história.

Então como fórmula, vou usar o universo na forma de fonte dos desejos
Vou escrever e colorir a vida com minha caixa de canetas de nome destino
Vou usar o pensamento como força gravitacional em nível maior que a do sol
E me utilizar de todos os sentimentos humanos para lidar, entender e enfrentar o caminho.

Começando vou desenhar uma moeda com o destino e jogar na fonte do universo,
Fixar intensamente o poder do pensamento nos meus milhares de desejos
E usar todo meu equipamento emocional para me imaginar já atendido e realizado
E como gratidão, vou passar a fórmula para quem eu gosto e quem gosta de mim.

Assim quando puder me considerar atendido, todos poderão saber também
Alguns vão pensar que a vida foi generosa comigo, ou que eu mereci por algum motivo
Claro que tem o merecimento, por isso vou passar a formula para quem merece ou pode merecer,
Dessa forma, com meus objetivos atingidos, poderei olhar em volta e ver que não estou sozinho.


PI Sampaio

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Experiência própria ( alerta às mulheres )

Experiência própria ( alerta às mulheres )

Frases e diálogos tidos como românticos, mas que na verdade representam o mais latejante desejo masculino:

H: Não estou seguro para me entregar ao sentimento, para que isso mude, preciso ter sua entrega total a mim.

Eu: Entrega não se pede e nem precisa de acordos para se dar.
______________

H: Quero que saiba que “preciso de você” para ser completamente feliz.

Eu: É provado que toda mulher que escuta um masculino “preciso de você” fica suscetível a ajudar com paixão e confundir com paixão incondicional.
______________

H: Estou louco por você, quero você toda só para mim.

Eu: Tradução: Estou cheio de tesão, vamos transar de todas as formas possíveis.
______________

H: Deixa eu te levar para o céu e chegando lá te dou todas as estrelas que puder encontrar.

Eu: Tradução: Transa comigo que tento te dar uns dois ou três orgasmos.
______________

H: Você me ama mesmo?
M: Claro que te amo!!!
H: Então quero uma prova de amor...

Eu: Por amor não se dá provas, não se pede ou se exige; amor se sente se tem ou se conquista.
______________

H: “Eu te amo”!!!!

Eu: Amor não se fala, amor se demonstra
Amor se dá e não é preciso convencer
Amor pode ser platônico e mesmo assim sincero
Amor recíproco é bom, mesmo sendo de diferentes intensidades
Amor não se induz ou se impõe independente de qualquer ciência
E pode ter certeza de que nunca se está pronto ou preparado para que ele aconteça.

PI Sampaio

A cura... Ou não!!!

A cura... Ou não!!!

Acho que estou doente
Mas não consigo explicar.
Então o que vier à mente
Eu vou tentar relatar.

Senti vontade de ser
Senti vontade de mudar.
Senti vontade de beber
Senti vontade de beijar.

Sei que quero fugir
Mas sem desistir de ficar.
Tenho sintoma de desespero
Mas com a cabeça no lugar.

O lugar sabe-se lá qual é
Nem se é o melhor pra se estar.
Só que se o diagnóstico não é claro
Como posso me curar?

Estou pensando em procurar um curandeiro
Um Pagé ancião ou sei lá.
Sei que médico comum
Não consegue remediar.

Parece que estou morto ou não existo
Porque não tenho uma vida pra me apoiar.
É verdade, estou precisando de uma vida
A melhor que puder arrumar.

Então vou experimentar algumas vidas
E de algumas vou participar.
Se for a cura ou não a minha vida
Só vou saber quando encontrar.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Por que faço isso comigo?

Por que faço isso comigo?
É fácil solucionar
A solução é facilitar
Facilmente abro um sorriso
Sorrindo eu consigo passar
Se resolve eu não sei
Só sei que dá para solucionar

Se a solução é simples, então vou simplificar
Simplesmente faço mudanças,
Modifico minhas andanças
Simplifico minhas lembranças
Só não lembro o que solucionar
Se não me lembro está solucionado

Ou simplesmente não quero me lembrar

Abertura oficial!!!

Olá a todos!!
Começo esse blog informando a quem possa interessar que não sou formado em letras, filosofia, português nem nada disso; só sou um atrevido com algumas idéias na cabeça e um computador na mão sem pretensão nenhuma de convencer, educar, fazer média muito menos puxar saco de nada nem de ninguém, eu só quero expor meus pensamentos da melhor forma que puder e se for possível, que alguém comente ou simplesmente leia, por isso se chama “Nostra Conversa”.
A intenção é colocar alguns pontos de vista sobre qualquer coisa e ser atingido por outros, independente do assunto.
Um belo dia - na verdade não tão belo porque estava nublado – eu tive a idéia de colocar tudo o que eu tinha escrito em um blog porque meus amigos já não me agüentavam mais as minhas pirações e já não me davam mais atenção.
Quero dizer também que não tenho nenhuma familiaridade com blogs e por isso vai demorar um pouco até que ele fique “bonitinho”, mas para a finalidade proposta vai servir pelo menos por enquanto.
Bom, então é isso aí, desde já obrigado pelo apoio de quem tentar ao menos se divertir, ensinar e aprender com essa nova, porem não original, invenção minha.

PI Sampaio